Não, ele não muda.
Mas a gente sim.
Sim, às vezes ele machuca. E se o faz é porque a gente gostaria que tivesse sido diferente.
Os planos escaparam pelas mãos. Fugiram sem deixar vestígios.
Por que teimar em revê-lo? Revivê-lo?
Porque faz parte da nossa vida. Da nossa história.
O fato de ele vir à tona não é para burlar o agora.
Não tem o intuito de suscitar a dor.
É para que tentemos compreendê-lo. Degluti-lo.
(...)
Então, convido você:
Vamos comer passado?
Publicado em 08 de setembro de 2008 às 00:01 por sarap
bjos