Ela o procura pelo cheiro
Baunilha de cor azul
Não corre mais. Agora anda
Ela espera que os dois se trombem como numa situação inesperada
Em um cruzamento
À noite, ajoelha e reza
Não conta mais ovelhas
O sono é avassalador
E o sonho traz revelações curiosíssimas
Ela gosta mais de dormir
Lá a dor é controlável (e é de mentira!)
Ela o sabe até durante o devaneio
A Fera não virou príncipe mas ela o aceita mesmo assim
Sabe que um dia será redimida
E talvez ele volte com os olhos cristalinos
Hálito de aniz e cabelos molhados de banho
Publicado em 04 de setembro de 2008 às 18:59 por sarap