A vida dói.
O peito dói.
As costas também.
(...)
E o meu mundo oscila entre estar bem e mal.
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Ora me amo. Ora me odeio. (O último é mais costumeiro!)
Ora tenho certeza de que tudo está no caminho e vai dar certo.
Ora tenho plena convicção de que já era.
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Minhas convicções se revezam entre esperança e desilusão.
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Escrevo e apago.
Igual fiz com a minha vida.
Por isso não sou boa em nada. Larguei tudo o que comecei (principalmente o que tinha potencial.)
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Agora escrevo sem me preocupar em quem vai ler. Ou se está “bonito”. Escrevo para esquecer. Para tentar tirar de dentro de mim este algo que me incomoda e que ainda não identifiquei o que é. Aos domingos fica pior. Cresce. Toma dimensões avassaladoras, alarmantes. Escrevo para aliviar a dor. Dor que nem sempre dói. Às vezes é só angústia que aperta, sufoca. Provoca um mal estar. Sem contar a tontura e a sensação de desfalecimento.
(...)
Preferia que minha dor ardesse. Ela tem sido morna demais para mim. Isso me mata homeopaticamente.
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Publicado em 31 de agosto de 2008 às 19:18 por sarap